Imagine o que é apresentar um universo novo a pessoas que já viram de tudo. Pouca produções conseguiram ser bem sucedidas e se firmar no mundo da Sétima Arte. Em O Senhor dos Anéis, (pra mim, o melhor filme do mundo), você vê hobbits interpretados por humanos. O que aparece é o rosto de cada ator. Em Star Wars, os Jedi, em sua maioria, são humanos. Isso facilita a crença no universo que está sendo proposto. Avatar é algo diferente de tudo que já foi visto, entre tantos motivos, porque, por mais que haja computação gráfical, tudo é real. Durante o filme é possível esquecer naturalmente que os Na'Vi (ou Omanticaya), a raça cuja cor da pele é azul, são fruto de captura digital e se envolver com cada personagem. O universo de Avatar é crível. Pandora, onde tudo se desenrola, é crível (até desejável). A jovem Neytiri (acho que não é spoiler falar disso) é tão bem interpretada que é comparável a Heath Ledger, que causou impacto no mundo com o Coringa em Batman - The Dark Knight (que fica em segundo na minha lista de melhores do mundo), além de sua morte.
Avatar não é apenas um filme, é um dos grandes espetáculos da nossa década. O nome de James Cameron tem sido falado em todos os cantos e não é à toa.
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